quinta-feira, 5 de maio de 2016

PACIENTES COM CHIKUNGUNYA EM FEIRA DE SANTANA TRATAM DOENÇA COM ACUPUNTURA



Há três semanas, a doméstica Roseneide Pereira voltou a se alimentar e a trocar a roupa sozinha. Gestos simples, mas que eram impossíveis de fazer por conta das fortes dores que acometiam os braços e mãos. A satisfação em relatar essa conquista veio depois das sessões de acupuntura, na Secretaria Municipal de Saúde.

Desde o último mês de abril que Roseneide enfrenta as consequências da febre chikungunya. A acupuntura, aliada a consultas com o infectologista, foi uma alternativa da Divisão de Vigilância Epidemiológica para tentar acabar com os sofrimentos dos pacientes provocados por inchaços, cãibras e dores.
“Sentia dores horríveis, que me tiravam o sono e me deixavam impossibilitada de fazer os afazeres domésticos. Nem fechar o sutiã sozinha eu conseguia, nem muito menos andar”, contou.

Além dela, outros pacientes na fase subaguda e crônica da doença estão sendo submetidos à acupuntura. São exatamente 40 pessoas, entre homens e mulheres. Eles já estão na terceira sessão de um total de dez. Para isso, tiveram atendimento com o infectologista e passaram por uma triagem. 

“São pacientes que já não respondem ao tratamento com medicamentos – analgésicos e anti-inflamatórios”, afirmou a acupunturista Arabi Xinguara. Segundo ela, esse não é um método alternativo para tratar a doença, mas uma especialidade.

“Feira de Santana é o primeiro município a usar a acupuntura em pacientes com chikungunya e eles têm apresentado uma melhora significante. O número de pessoas que não tiveram uma resposta satisfatória fica em torno de apenas 5%”, afirma.

Durante a sessão são colocadas 14 agulhas no corpo do paciente – o incômodo se assemelha a uma picada de formiga. São escolhidos pontos, aqueles considerados os melhores: entre o cotovelo e a mão, e, dos joelhos aos pés. Essas agulhas não agem necessariamente no ponto da dor. Cada uma das dez sessões previstas dura em média de 20 a 30 minutos. Elas acontecem uma vez por semana. 

A acupunturista explica que as agulhas agem na estimulação de neurotransmissores, provocando equilíbrio no corpo do paciente. Reduz edemas, diminui o processo inflamatório, melhora o sono, provoca o relaxamento muscular e, com isso, diminui os sintomas da depressão e das dores.

A técnica de enfermagem, Eliana Macedo, também está entre os pacientes submetidos ao tratamento. Ela conta que os remédios prescritos pelos médicos já não faziam mais efeito em seu organismo. “As dores eram intensas e só começaram a melhorar depois da acupuntura”, disse. 


(notícias fonte para esta publicação:http://www.feiradesantana.ba.gov.br/ e http://g1.globo.com/bahia/bahia-meio-dia/videos/v/pacientes-com-chikungunya-em-feira-de-santana-tratam-doenca-com-acupuntura/4355040/)

ACUPUNTURA: ALÍVIO PARA DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS


Dengue, chikungunya e zika vírus tem se tornado a tríade de doenças que mais preocupam a saúde pública atual. A dificuldade em combater os focos de reprodução do vetor transmissor, o mosquito aedes aegypti, o descaso e a desinformação, acabam por tornar a proliferação das doenças cada vez mais comum, principalmente nos grandes centros urbanos.

A atenção constante nos cuidados pessoais (uso de repelentes) e a eliminação dos prováveis focos de reprodução (através da limpeza urbana, de quintais e caixas d'água, evitando locais de acúmulo de água) serão sempre a melhor forma de se prevenir as doenças.

Nestas e em outras doenças de caráter epidêmico, ainda não existem vias eficientes de fortalecimento do sistema imunológico para sua prevenção, porém, a acupuntura é bastante efetiva no aumento do número de glóbulos brancos no sangue (fortalece o sistema imunológico) e no alívio dos sintomas, como diminuição da febre e das dores articulares e musculares e, em caso de dengue hemorrágica, redução da hemorragia.

terça-feira, 5 de abril de 2016

O PODER DA FORÇA DE VONTADE

Especialistas garantem que, tal como um músculo, essa característica deve ser exercitada diariamente

Débora Rubin



DISCIPLINA
Ilma se esforça para treinar três vezes por
semana, apesar de trabalhar em uma academia
Ilma Dias, 36 anos, é gerente de marketing em uma academia no Rio de Janeiro. E, acredite, até ela precisa ter muita força de vontade para malhar. Não porque não goste dos treinamentos ou os considere desnecessários. É que exercitar o corpo regularmente, comer de forma saudável, entregar trabalhos no prazo, manter a casa limpa e cumprir metas são atitudes que vão contra duas das maiores tentações do ser humano: o prazer e a preguiça. Para lutar contra essas tendências, é preciso fazer uma verdadeira ginástica mental. É o que prega o livro “Willpower: Rediscovering Our Greatest Strength” (Força de vontade: redescobrindo a nossa maior força, em tradução livre), lançado recentemente nos Estados Unidos e já um dos mais vendidos da lista do “The New York Times”. Segundo os autores da obra, o psicólogo da Universidade da Flórida Roy F. Baumeister e o jornalista John Tierney, o treino diário da nossa “maior força”, como chamam, é o melhor antídoto para a preguiça e a busca incessante de satisfação. E, quanto maior a força de vontade, maiores as chances de ter uma vida saudável. “É a chave do sucesso e da felicidade”, argumenta Baumeister. Parece exagero, mas não é. Nos estudos citados pelos autores, vários deles mostram que as pessoas com menos força de vontade são aquelas mais suscetíveis a problemas como alcoolismo, obesidade e vício em drogas.


Difícil, no entanto, é ter esse controle em uma sociedade cada vez mais hedonista. “A vida não permite satisfação o tempo todo, mas mesmo assim queremos nos manter nesse estado”, explica o psicanalista e professor Rubens Aguiar Maciel, especialista em saúde e bem-estar. “E toda hora vai ter alguém te empurrando para a festa, para o bar, para a sobremesa mais gordurosa, o que torna ainda mais complicado fazer esse exercício mental.” O psicanalista aconselha a trocar o conceito de felicidade, que remete aos prazeres momentâneos, pela ideia de bem-estar. O lado negativo da força de vontade acontece quando há um exagero e o bem-estar vira um tormento. Pessoas com pouca flexibilidade podem transformar autocontrole e disciplina em neurose e obsessão, como os que malham compulsivamente, os que cortam radicalmente doces e bebidas e os que só economizam dinheiro.  



(Fonte:  - http://www.istoe.com.br/reportagens/192265_O+PODER+DA+FORCA+DE+VONTADE?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage)

COMO PROTEGER SEU CORAÇÃO, segundo Caldwell Esselstyn

“A revolução da saúde nunca vai acontecer por causa de um novo remédio, e sim pela educação nutricional”

Com essa frase o cirurgião americano Caldwell Esselstyn defende que só uma dieta à base de vegetais pode reverter doenças cardíacas.

Ele defende uma dieta mais restrita do que a vegana, já que exclui até o azeite, para a proteção do coração.

Estão proibidos bifes, peixes, arroz branco e açúcar e, quando se trata de farinha e grãos, só entram os integrais. A alimentação proposta é baseada em folhas, frutas, legumes e grãos integrais.

O seu método é o tema do documentário “Forks over Knives”, lançado nos EUA, que conta a história de pacientes que venceram problemas cardíacos e evitaram cirurgias ao adotar a dieta que vem sendo aperfeiçoada nos últimos 30 anos.

Segundo ele, fomos criados para comer vegetais, base da dieta. Ao comermos carne, óleo e laticínios certamente teremos infarte. A diferença entre quem tem infarte aos 40, aos 50, aos 60, aos 70 ou aos 80 seria a resistência que foi transmitida geneticamente.
Não adianta controlar os níveis de colesterol se continuarmos a comer frango frito. Ainda segundo o médico, o que funciona é o que entra pela nossa boca.

Machucamos um delicado revestimento das artérias, o endotélio a cada vez que ingerimos azeite, óleo, leite, manteiga, queijo, sorvete, iogurte e carne.

Mesmo o azeite de oliva, base da dieta mediterrânea, está fora da dieta preconizada.

Segundo o cirurgião, a fama da dieta mediterrânea não se deve ao azeite. diz ele que, há 60 anos, as pessoas eram magras, comiam muitos legumes e frutas e um pouco de azeite. A quantidade de vegetais compensava os danos do azeite. Estudos com ultrassom na artéria braquial (no braço), mostram os danos causados pelo aos vasos.

Os avanços da medicina podem de nada adiantar pois criam uma lista cara de remédios e de procedimentos perigosos, como a colocação de stents e pontes de safena. Com o tempo, é preciso colocar outro stent, fazer outra ponte, tomar mais remédios, e, no fim, a pessoa morre do coração assim mesmo.

Os médicos não confiam na capacidade das pessoas em mudar seu estilo de vida e não sabem como transmitir essa mensagem. É preciso ensinar ao paciente o que causou a doença e o que ele deve fazer para revertê-la. Como comprar e preparar alimentos, ler rótulos e lidar com restaurantes e viagens.

A revolução da saúde, segundo Caldwell, nunca vai acontecer por causa da descoberta de um remédio ou de um novo procedimento cirúrgico. A revolução só vai acontecer quando as pessoas estiverem informadas do ponto de vista nutricional, para evitar as comidas que vão fazê-las perecer por uma doença.

(Fonte: Folha de São Paulo)

domingo, 13 de março de 2016

AS DOLOROSAS CÂIMBRAS NOTURNAS NAS PANTURRILHAS

Câimbras são contrações musculares súbitas, fortes, involuntárias e que causam muita dor. São, normalmente, esporádicas mas acontecem com qualquer pessoa em algum momento da vida.

Elas são muito comuns nas panturrilhas e as causas podem ser diversas. 



Em nosso dia a dia, ao caminhar, correr, subir ou descer degraus e outras atividades, utilizamos os músculos da panturrilha chamados gastrocnêmio e sóleo, que, através de contrações e relaxamentos nos permitem realizar os movimentos. 

Todos os movimentos de nosso corpo são resultados da contração de um ou mais músculos e todas estas ações são controladas pelo cérebro através dos nervos.

O que pode causar a câimbra?

A câimbra pode ser desencadeada por diversos fatores mas os mais comuns são:

- Alimentação deficiente de vitaminas
- Ingestão deficiente de líquidos
- Falta ou excesso de atividade física
- Hipertensão (o uso de diuréticos causa perda de potássio, que permite o acúmulo de ácido lático no músculo)
- Diabetes
- Excesso de bebidas alcoólicas
- Parkinsonismo

O que fazer?

Durante uma crise noturna, você pode efetuar uma massagem intensa, ao longo das fibras musculares (no sentido vertical) e alongar a musculatura, puxando as pontas dos dedos dos pés em direção ao joelho.

Se perceber que a incidência de câimbras noturnas está mais frequente, observe se algum dos fatores desencadeantes citados acima não está presente e consulte seu clínico, que fará a avaliação mais completa de sua saúde e indicará o tratamento médico adequado.

Faça acupuntura. Além de relaxar a musculatura e tirar a dor muscular, o acupunturista poderá fazer a avaliação energética de sua saúde e lhe dar orientações sobre as ações que poderão promover o reequilíbrio de seu sistema muscular.

Ponto Heyang (B55), utilizado no alívio de câimbras noturnas
   

quarta-feira, 9 de março de 2016

CADA SABOR TEM UMA FUNÇÃO

Quando se fala em medicina tradicional chinesa, as pessoas logo pensam em acupuntura. Pouca gente sabe que a prática também inclui cuidados com a alimentação. Na dietoterapia chinesa, no entanto, os valores nutricionais saem de cena para dar lugar ao aspecto energético de cada alimento.



"Essa terapia propõe uma reeducação alimentar a partir de uma avaliação energética que leva em conta a rotina, a alimentação e os problemas de saúde que a pessoa apresenta", afirma a terapeuta Andrea Maciel Arantes.

De acordo com a dietoterapia chinesa, cada alimento tem uma energia, capaz de gerar harmonia, desintoxicar e até curar problemas do organismo.

Sabor e temperatura

Além de levar em consideração a direção energética dos alimentos, a dietoterapia chinesa reforça a importância dos sabores, que teriam uma função que vai além do paladar. Eles são divididos em: picante, doce, salgado, amargo e ácido. "Cada um dos cinco sabores provoca uma reação diferente no organismo", diz a terapeuta.

Alimentos picantes, como gengibre, pimenta, alho e agrião, mobilizam a energia do pulmão e provocam a transpiração, além de ajudarem a espantar a tristeza. "Os alimentos naturalmente doces, como mel e beterraba, trazem uma sensação de conforto e harmonização. Contudo, em excesso, podem gerar preguiça", explica Arantes.

Os salgados intensificam a energia dos rins, enquanto o sabor amargo, como o café, é bom para a saúde do coração. Para expelir toxinas, os alimentos ácidos, como abacaxi e limão, são os mais indicados.

Para a medicina tradicional chinesa, a temperatura dos alimentos também tem seu papel no equilíbrio corporal. Segundo a terapeuta, pessoas que sentem muito frio devem ingerir alimentos de natureza quente ou morna, como gengibre e canela, e condimentos naturais, como curry e alho, para reestabelecer a estabilidade.

"A hortelã, que é um alimento frio, é bom para inflamações e para pessoas que sentem muito calor, como mulheres na menopausa", explica.

Outra característica interessante da prática é a atenção aos horários das refeições. A dietoterapia chinesa defende que a cada duas horas um dos órgãos do corpo tem seu ápice de desempenho, por isso a alimentação deve seguir esse ciclo de energia. Segundo a terapeuta, ingerir certos alimentos fora do horário de plenitude de energia desequilibra as funções de outros órgãos, por se tratar de um sistema integrado.

A dietoterapia chinesa é indicada para pessoas de todas as idades, mas antes é preciso uma avaliação energética individual. "É feita uma avaliação na qual investigamos a alimentação, a rotina e os problemas de saúde que a pessoa apresenta. A partir disso, indicamos quais alimentos devem ser consumidos e em quais momentos do dia, para que isso beneficie o corpo adequadamente".


(fonte: http://noticias.uol.com.br/)

terça-feira, 1 de março de 2016

A SIMPLICIDADE DOS FLORAIS DE BACH



Tenho trabalhado já há alguns anos com a terapia floral e usando somente o sistema mais antigo, criado pelo dr. Edward Bach e atualmente administrado pelo Bach Centre.

Muitas pessoas ainda hoje não entendem como funciona e acreditam que a terapia se assemelha ao tratamento com a fitoterapia chinesa, já que também sou acupunturista. 

O sistema criado pelo dr. Bach é bem mais simples que a avaliação da medicina oriental ou mesmo a ayurvedica. 

Dr. Bach simplesmente associou as emoções básicas a 38 compostos de flores que, quando formulados, atuam sutilmente nas emoções e as equilibram.

"Dr. Bach se formou como médico em 1912. Ao receber seu diploma ele disse que iria precisar de 5 anos para esquecer aquilo que tinha aprendido. Na verdade levou mais tempo. Demorou 18 anos até ele finalmente virar costas à pesquisa convencional, quebrar todos seus vidros de laboratório e deixar Londres.



A descoberta dos florais tardou outros 5 anos. Durante os quais o Dr. Bach aperfeiçoou dois métodos completamente inovadores de preparação de medicamentos a partir de plantas - o método solar e o método de fervura que continuamos utilizando hoje em dia.

Simultaneamente, sua sensibilidade à natureza e às pessoas que o procuravam crescia. Perto do final de sua vida, ele próprio sofria dos mesmos sintomas e agonias mentais que seus pacientes. Durante a busca dos 19 últimos remédios, em 1935, ele sofreu agudamente dos 19 estados mentais para os quais estava procurando um floral correspondente, encontrando alívio apenas quando encontrava a planta adequada." (texto retirado do site do Bach Centre).


Você já fez uso da terapia floral? Não há contra-indicações ou problemas de interação com outros remédios e gera equilíbrio emocional sem agredir o seu corpo, como acontece com medicamentos.


Que tal experimentar? 

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